segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Ele chegou num compasso desajeitado, pude notar um leve trepidar, como um cavalo no seu primeiro andar buscando firmeza na experiencia apenas do olhar. Seu nariz direcionado aos céus não lhe ajudavam para coordenar mas ele não iria abaixar a cabeça, era quase como um teste de suas aptidões e inapto ou não ele apenas ia continuar.
Ele trazia inocência, aquela instigante inocência, onde guerras são vencidas sem armas, aquela onde existem possibilidades de gigantes desmoronarem com uma pequena pedra, onde 365 chances são ilimitadas para qualquer escolha que possa resolver decidir.
Além disso ele sorria, um sorriso inapropriado para a ocasião, ele sorria como quem acha graça em uma piada de velório estando em um, como se um dia cansativo fosse só uma brisa de verão e ainda tivéssemos folego pra garoa, ele sorria como se o suor fosse um mar de aventuras e nenhum mergulho fosse saciável o suficiente para o verão.
Seguia como quem conhecera o caminho de olhos fechados, mesmo que eles tenham acabado de realmente abrir, e chegou ate mim num abraço embalador dizendo apenas
Venha comigo e pode acreditar, prazer 2018!
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