Ser era agora ininteligivel...por fora conhecera todas suas medidas, havia decorado seus pontos sensiveis.Velha amiga dos castanhos de seus olhos que contrastava as longas madeixas em mesmo tom.
Mas seu interior jamais fora trilhado, vivia marginalizada em teu peito, apenas receio, por sorte receio.Perder-se não era la tarefa dificil, pelo contrario, seria um destino certo logo após seu primeiro passo.Passava todos os seus dias em alerta, sentia vontade de ser, ser mais, entender-se alem, mas em breves mergulhos havia sempre o frio na espinha e a pressão de todo um mar carregando-na mais fundo...a certeza do afogamento lhe fazia exasperada retornar a superficie e por dias ignorar as ondas, fincando-se na areia rasa, que não lhe encantava mas a mantinha sóbria de si.
